Em 1965, o imigrante português João de Deus da Maia Dias fundou a fábrica de velas João Maia Dias.
Sem as máquinas necessárias para confeccionar as velas, todo o processo era feito manualmente.
Usando latas de leite improvisadas, as parafinas derretida em fogão a querosene (também chamada de Bico do Jacaré), eram levadas para geladeira, modo pelo qual a vela se desgrudava mais rápido.
Desde então o trabalho não parou de crescer, até que em 1966 João de Deus comprou sua primeira caldeira à lenha. Além de facilitar o desenvolvimento e fabricação das velas, João contratou outros funcionários para sua fábrica.
Graças à dedicação de todos um ano depois o galpão alugado ficou pequeno para tanto trabalho, sendo assim, João mudou-se para outro galpão.
Devido ao rápido crescimento, em 1968 João decidiu construir seu próprio galpão, mais este também não foi suficiente. Necessitado de um espaço mais abrangente, João construiu outro galpão três vezes maior, num terreno ao lado, onde se localiza a empresa hoje.
Fundada com o nome São João Comércio e Indústria de Velas, a fábrica se tornou a primeira a fabricar velas 7 dias e 7 noites.
Com o passar dos anos João comprou máquinas para produção das velas, aumentou em larga proporção o número de funcionários, e colocou seus filhos para administrar a empresa.
Aposentado em 1977, João nomeou um de seus filhos para sócio-gerente, neste mesmo ano, a São João Velas entrou numa fase de grande desenvolvimento.
Hoje, a empresa São João Comércio e Indústria de Velas LTDA é a maior consumidora de parafina do Rio de Janeiro, se encontrando com nova infra-estrutura, toda modernizada, informatizada, com uma grande variedade de velas, e continua seguindo um ritmo de intenso crescimento.